Vimos por este meio informar os nossos utentes que na próxima quinta-feira, dia 03/03/2016, não haverá lugar ao habitual atendimento ao público no Canil Municipal de Santa Maria da Feira, para efeito de vacinação e identificação eletrónica de cães e gatos.
Retoma-se o horário habitual, na terça-feira seguinte, dia 08/03/2016, 9.00h às 12.00h.
Pedimos desculpa por qualquer incómodo causado.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Agradecimento
O canil municipal agradece o gesto generoso anónimo em nos oferecerem uma casota, comedouro, bebedouro e ração.
Certamente daremos um muito bom uso e os nossos animais agradecem!
Muito, muito obrigado!
Certamente daremos um muito bom uso e os nossos animais agradecem!
Muito, muito obrigado!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Anúncio 56501: Cão Desaparecido - Fiães (Santa Maria da Feira)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Reconhecimento de uma nova raça de cães autóctone 'O Cão do Barrocal Algarvio'
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
PATA - Plataforma de Acolhimento e Tratamento Animal de Vila Nova de Gaia
Estamos a apresentar a PATA - Plataforma de Acolhimento e Tratamento Animal de Vila Nova de Gaia. Um novo equipamento...
Publicado por Câmara Municipal de Gaia - Presidente em Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Cães perigosos e potencialmente perigosos - Lei nº 46/2013 de 4 de julho
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Foi publicada a 04 de julho de 2013, a Lei n.º 46/2013, que veio introduzir alterações ao Decreto-Lei n.º 315/2009 de 29 de outubro, relativo à detenção de animais perigosos e potencialmente perigosos, nomeadamente no que respeita à formação de detentores e certificação de treinadores (ver mais…)
O citado diploma prevê, entre
outras disposições:
1. Que os detentores de cães perigosos ou potencialmente perigosos exibam um comprovativo de aprovação em formação para a detenção de cães perigosos ou potencialmente perigosos; 2. Que os treinadores daqueles cães sejam certificados por entidade reconhecida para o efeito, e tenham obtido um título profissional emitido pela DGAV. Para cumprimento de tais disposições, foi publicada a portaria nº 317/2015, de 30 de Setembro, que estabelece as entidades formadoras dos detentores de cães perigosos e potencialmente perigosos, os requisitos específicos a que devem obedecer as entidades formadoras, o conteúdo da formação e os respetivos métodos de avaliação e define as entidades certificadoras de treinadores de cães perigosos e potencialmente perigosos, estabelecendo igualmente o modelo de provas e a avaliação dos candidatos. Conforme decorre do disposto no artigo 7º do Anexo I e artigo 5º do Anexo II, da referida portaria, está em curso um trabalho de articulação entre a DGAV, a DGADR, a PSP e a GNR, para pôr em prática todos os procedimentos necessários, para implementação destas medidas. Nesse sentido, não há de momento nenhuma alteração às obrigações a que estão sujeitos os detentores deste tipo de cães pelo que, quer as juntas de freguesia, quer os treinadores de cães, devem aguardar a divulgação das ações de formação de detentores / provas de certificação dos treinadores - datas e locais Sugere-se assim a consulta regular do Portal desta Direção-Geral (www.dgav.pt), onde naturalmente serão divulgadas notícias sobre os desenvolvimentos que o assunto vier a merecer. |
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Microsoft Fetch identifica raças de cães pelas fotos
A Microsoft Garage tem-nos mostrado projectos interessantes que aplicam inteligência artificial para reconhecimento de imagens, e agora traz-nos este Fetch, dedicado ao melhor amigo do Homem.
O sistema de reconhecimento de imagens da Microsoft já tem sido demonstrado como sendo capaz de identificar o sexo e idade de pessoas nas fotos; mas desta vez a sua atenção recai sobre os nossos amigos de quatro patas. O Fetch! é um projecto que permitirá identificar a raça de um cão a partir de uma foto, e tendo inteligência suficiente para saber detectar quando estão a tirar fotos a outras coisas que nada têm a ver com um cão.
Mas... há uma excepção. Quando lhe damos uma foto de uma pessoa, o sistema entre em modo de "brincadeira" e irá tentar descobrir qual a raça que seria mais aproximada com a imagem. Não é segredo que por vezes todos passamos por "dias de cão", e poderá ser interessante ver o que é que esta inteligência artificial terá a dizer sobre o assunto.
... Só me admira é que a MS não se tenha protegido com a obrigatoriedade de assinar um contrato a dizer que não se irá ficar ofendido com as sugestões apresentadas. Pois já se imagina que nos EUA alguém tenha a ideia de processar a MS por dizer que tem um rosto que se assemelha a um buldogue ou caniche. ;P
Podem aventurar-se a identificar cães (e pessoas) em what-dog.net.
O sistema de reconhecimento de imagens da Microsoft já tem sido demonstrado como sendo capaz de identificar o sexo e idade de pessoas nas fotos; mas desta vez a sua atenção recai sobre os nossos amigos de quatro patas. O Fetch! é um projecto que permitirá identificar a raça de um cão a partir de uma foto, e tendo inteligência suficiente para saber detectar quando estão a tirar fotos a outras coisas que nada têm a ver com um cão.
Mas... há uma excepção. Quando lhe damos uma foto de uma pessoa, o sistema entre em modo de "brincadeira" e irá tentar descobrir qual a raça que seria mais aproximada com a imagem. Não é segredo que por vezes todos passamos por "dias de cão", e poderá ser interessante ver o que é que esta inteligência artificial terá a dizer sobre o assunto.
... Só me admira é que a MS não se tenha protegido com a obrigatoriedade de assinar um contrato a dizer que não se irá ficar ofendido com as sugestões apresentadas. Pois já se imagina que nos EUA alguém tenha a ideia de processar a MS por dizer que tem um rosto que se assemelha a um buldogue ou caniche. ;P
Podem aventurar-se a identificar cães (e pessoas) em what-dog.net.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Animal de raça Beagle desaparecido em Arrifana
Apelo Externo:
"Olá, boa tarde. Gostaria de pedir ajuda porque nossa cadela, Mini, uma beagle, desapareceu na passada quarta feira em Arrifana. Já distribuí cartazes em todo lado, PSP, clínicas veterinárias, ruas, cafés. Um médico veterinário já deu o número do chip dela no site como desaparecida, enfim, tudo o que me mandaram fazer já fiz. Só me faltava enviar fotos dela para vocês. Pois aqui vai em anexo. Meu número é 918570705. Obrigado pela atenção.
Kelly Calheiros"
"Olá, boa tarde. Gostaria de pedir ajuda porque nossa cadela, Mini, uma beagle, desapareceu na passada quarta feira em Arrifana. Já distribuí cartazes em todo lado, PSP, clínicas veterinárias, ruas, cafés. Um médico veterinário já deu o número do chip dela no site como desaparecida, enfim, tudo o que me mandaram fazer já fiz. Só me faltava enviar fotos dela para vocês. Pois aqui vai em anexo. Meu número é 918570705. Obrigado pela atenção.
Kelly Calheiros"
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Resolvido: Anúncio 55994: Cão Desaparecido - Mosteiró (Santa Maria da Feira)
Resolvido: Anúncio 56014: Cadela Desaparecida - Argoncilhe (Santa Maria da Feira)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Animais de Companhia - Licenciamento - SICAFE
No caso de alterar a sua residência oficial, o detentor deverá dirigir-se à Junta de Freguesia de onde sai, e dar baixa do licenciamento do animal(s) que tem aí registado(s).Posteriormente, dirige-se à sua nova Junta com o(s) documento(s) de baixa do licenciamento do animal(s), para regularizar a situação do(s) mesmo(s).
Para efeitos do SICAFE, será a nova Junta a informar a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) da alteração de residência.
Alteração de propriedade do animal
Se o animal mudar de detentor, deverão ser tomados os seguintes procedimentos:
1. Ambos os detentores, o antigo e o novo, deverão preencher, datar e assinar a Declaração de Transferência de Propriedade (abrir minuta)
2. O detentor antigo entrega uma cópia da declaração na sua Junta de Freguesia para dar baixa do licenciamento, dá o Boletim Sanitário/Passaporte e o original da ficha de registo da identificação eletrónica (para animal identificado) ao novo detentor.
3. O novo detentor vai à Junta de Freguesia da sua área de residência regularizar a situação, acompanhado dos seguintes documentos:
2. O detentor antigo entrega uma cópia da declaração na sua Junta de Freguesia para dar baixa do licenciamento, dá o Boletim Sanitário/Passaporte e o original da ficha de registo da identificação eletrónica (para animal identificado) ao novo detentor.
3. O novo detentor vai à Junta de Freguesia da sua área de residência regularizar a situação, acompanhado dos seguintes documentos:
. Original da Declaração de Transferência de Propriedade;
. Boletim Sanitário/Passaporte;
. Original da Ficha de Registo de Identificação Eletrónica (para animal identificado).
Morte ou desaparecimento
O detentor deve comunicar no prazo de cinco dias à Junta de Freguesia da área da sua residência, a morte ou extravio do animal.
O não cumprimento desta obrigação pode incorrer numa contraordenação.
Fonte: DGAV
Animais de companhia - Cães e Gatos - Identificação eletrónica
Os Cães são obrigados a estarem identificados entre os 3 e
os 6 meses de idade se pertencerem a um destes
grupos:a. Cães potencialmente perigosos
(quais são) ou perigosos
(quem são);
Após a identificação, o médico veterinário preenche uma ficha de registo, em triplicado ou quadruplicado, e coloca uma etiqueta com o código de barras e respetivo número de identificação no Boletim Sanitário ou Passaporte Animal, e em cada uma das vias da ficha de registo.
O original e duplicado são entregues ao detentor, o triplicado fica na posse do médico veterinário identificador, e o quadruplicado, existindo, é enviado à Junta de Freguesia correspondente à área de residência do detentor.
Após a identificação eletrónica, o detentor tem 30 dias para efetuar o registo na Junta de Freguesia da área da sua residência, mediante a apresentação do Boletim Sanitário/Passaporte e entrega do duplicado da ficha de registo.
O ato de registo feito pela Junta de Freguesia, consiste na introdução na base de dados nacional SICAFE dos elementos de identificação do animal e do detentor que constam na ficha de registo, bem como outros campos previstos na base de dados.
Após o registo, o detentor pode pedir um comprovativo da introdução dos dados no SICAFE.
b. Cães utilizados em ato venatório
(cães de caça);c. Cães de exposição, concursos ou
provas funcionais - utilizados em fins comerciais ou
lucrativos; colocados em estabelecimentos de venda, locais de criação ou
feiras; usados em publicidade ou fins similares;
d. Terem nascido após 01 de julho de
2008.
A Identificação só pode ser realizada por um médico veterinário, e consiste na aplicação subcutânea de um microchip no centro da face lateral esquerda do pescoço. O microchip contém um circuito eletrónico integrado com um código numérico único passível de leitura ótica.
A Identificação só pode ser realizada por um médico veterinário, e consiste na aplicação subcutânea de um microchip no centro da face lateral esquerda do pescoço. O microchip contém um circuito eletrónico integrado com um código numérico único passível de leitura ótica.
Após a identificação, o médico veterinário preenche uma ficha de registo, em triplicado ou quadruplicado, e coloca uma etiqueta com o código de barras e respetivo número de identificação no Boletim Sanitário ou Passaporte Animal, e em cada uma das vias da ficha de registo.
O original e duplicado são entregues ao detentor, o triplicado fica na posse do médico veterinário identificador, e o quadruplicado, existindo, é enviado à Junta de Freguesia correspondente à área de residência do detentor.
Após a identificação eletrónica, o detentor tem 30 dias para efetuar o registo na Junta de Freguesia da área da sua residência, mediante a apresentação do Boletim Sanitário/Passaporte e entrega do duplicado da ficha de registo.
O ato de registo feito pela Junta de Freguesia, consiste na introdução na base de dados nacional SICAFE dos elementos de identificação do animal e do detentor que constam na ficha de registo, bem como outros campos previstos na base de dados.
Após o registo, o detentor pode pedir um comprovativo da introdução dos dados no SICAFE.
O não cumprimento da
obrigação da identificação eletrónica pode incorrer numa
contraordenação.
A obrigação da identificação
eletrónica dos gatos ainda não se encontra regulamentada, não sendo ainda uma
exigência legal, exceto nos animais que transitem para o espaço comunitário ou
para um país terceiro, se este o exigir.
Porém, se o animal estiver identificado, o detentor deverá ir à Junta pedir o seu registo no SICAFE.
Qualquer outra informação poderá contactar o SICAFE.
Porém, se o animal estiver identificado, o detentor deverá ir à Junta pedir o seu registo no SICAFE.
Qualquer outra informação poderá contactar o SICAFE.
Animais de companhia - Licenciamento de cães e gatos
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Resolvido: Anúncio 55925: Cadela Desaparecida - Paços de Brandão (Santa Maria da Feira)
Anúncio 55927: Cão Desaparecido - Argoncilhe (Santa Maria da Feira)
Resolvido: Anúncio 55943: Cadela Desaparecida - Arrifana (Santa Maria da Feira)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Resolvido: Anúncio 55875: Gato Desaparecido - Santa Maria da Feira
Anúncio 55892: Cão Desaparecido - Vila Maior (Santa Maria da Feira)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Carnaval - Tolerância de Ponto - 09/02/2016
Igualmente se informa que nesse dia não haverá atendimento ao público para efeito de vacinação e colocação de microchips a cães e gatos.
Retoma-se na quinta-feira seguinte, dia 11 de fevereiro de 2016, o horário habitual de atendimento (3ªs e 5ªs feiras úteis, 9.00h - 12.00h).
Votos de um Bom Carnaval!
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Documento necessário para a transmissão de titularidade no SIAC. Descarregar em pdf: https://siac.vet/wp-content/uploads/2019/10/...











